A Unilever, multinacional que controla marcas como Omo e Cif, também do ramo de produtos de limpeza, denunciou a Ype por contaminação nos produtos em outubro de 2025. A informação foi apurada pela Folha de S. Paulo e noticiou as acusações por contaminação com a bactéria Pseudomonas aeruginosa/paraaeruginosa.
A multinacional identificou a presença da bactéria em, quatro lotes dos produtos da Tixan Ypê Express, nas versões “Cuida das roupas” e “Combate mau odor”. Os itens possuíam validade até junho de 2027 e segundo a empresa, eles apresentavam “risco biológico” e “iminente risco à saúde e segurança dos consumidores”.
A denúncia foi feita para a Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária) e à Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor) para itens fabricados pela Química Amparo. A Unilever confirmou a identificação genética perfeita da bactéria. Também acusou a Ype de recolhimento silencioso dos produtos.
A Anvisa inspecionou a fábrica da Química Amparo, em Amparo, interior de São Paulo.
Suspensão dos produtos Ype
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) confirmou nesta quarta-feira (13) a identificação da bactéria Pseudomonas aeruginosa em mais de 100 lotes de produtos da marca Ypê. A constatação foi feita durante uma inspeção realizada no fim de abril na unidade da Química Amparo, fabricante dos produtos, localizada no interior de São Paulo.
A inspeção conjunta com o Centro de Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo e a Vigilância Sanitária Municipal de Amparo encontrou 76 irregularidades. Entre os problemas identificados, estão falhas graves relacionadas à qualidade microbiológica dos produtos e deficiências no controle de materiais de embalagem, publicou o G1.
Fonte: Jornal Midiamax



















