Foi tão constrangedor quanto injusto.
E absolutamente político.
Para agradar aos Estados Unidos, sede da próxima Copa América e Copa do Mundo.
País que a Fifa deseja desesperadamente difundir o futebol masculino.
Nada melhor dar o prêmio à grande estrela que mostrou todo seu talento por lá.
Mas diante de adversários fraquíssimos.
Chegou o momento que o prêmio de melhor do mundo foi dado, mas não de forma merecida para Lionel Messi.
A diferença da importância dos títulos é vergonhosa: Campeonato Francês e Leagues Cup para o argentino. O norueguês conquistou a Champions League, a Premier League e Copa da Inglaterra.
Messi marcou 24 gols e deu oito assistências, em 32 jogos. Já Haaland, 35 gols e seis assistências, em 45 partidas.
Mbappé, o terceiro colocado, só venceu o Campeonato Francês, que Messi também venceu.
Na lista dos dez melhores não há um brasileiro. Depois de Messi e Haaland, Mbappé, foram os mais votados: De Bruyne, Osimhen, Rodri, Álvarez, Bernardo Silva, Gundogan e Khvicha Kvaratskhelia.
Messi e Haarland ficaram empatados nos números de votos.
Mas no regulamento da premiação, vence quem tem mais eleitores entre os capitães de seleções. Lembrando que torcida e jornalistas também votam. Torcedores ficaram com Messi e os jornalistas, com Haaland.
O constrangedor é que além de Messi não aparecer, Haaland e Mbappé também não foram até Londres. Porque os dois sabiam que não venceriam.
É preciso matar a ingenuidade.
Na premiação da Fifa conta muito a política.
E ela foi feita, com Messi melhor do mundo sem merecer.
Vitória da campanha em transformar os Estados Unidos uma potência no futebol.
Hoje, a Fifa fez um agrado ao mercado mais rico do planeta…



















