A morte de Leise Aparecida Cruz, de 40 anos, no dia 6 de março de 2026, em Anastácio, deixou familiares e amigos profundamente abalados. Em um desabafo nas redes sociais, a filha da vítima revelou detalhes dolorosos sobre os últimos momentos da mãe e o relacionamento abusivo que ela vivia com o companheiro, apontado como suspeito do feminicídio, Edson Campos Delgado.
Segundo a jovem, Leise sempre foi uma mulher alegre e cheia de vida, mas mudou ao iniciar o relacionamento. “Quem conhecia a Leise sabia que ela iluminava qualquer ambiente. Mas, com esse relacionamento, sua luz foi se apagando aos poucos”, escreveu.
Na manhã do dia 6, por volta das 8h30, a filha recebeu uma mensagem do celular da mãe: “Bom dia, flor do dia 🌷. Como está o Ravi?”. A frase era comum entre as duas, mas depois ela passou a acreditar que quem enviou a mensagem já era o suspeito.
Horas depois, apenas à noite, ele avisou à família que Leise estaria passando mal. No entanto, segundo o relato da filha, a família descobriu depois que ela já estaria morta desde a manhã daquele mesmo dia. “Enquanto acreditávamos que ela estava bem, minha mãe já não estava mais entre nós”, desabafou.
No fim da publicação, a filha fez um apelo emocionado: “Minha mãe não é apenas mais um caso. Ela era uma mulher cheia de sonhos. Ela merece justiça.”



















