“Uma pessoa só consegue viver bem pagando as suas contas em dia com um salário equivalente a R$ 10 mil, enquanto o político ganha R$ 46 mil. Isso, para mim, é uma desigualdade muito grande e nós precisamos combater isso na raiz”, aponta.
O indígena de Dourados também abordou os conflitos agrários que marcam a vivência dos povos tradicionais em Mato Grosso do Sul.
“O que precisa melhorar no Estado é justamente a justiça social, que, na minha visão, é zero. Tem muitas pessoas ainda que não têm território para produzir, não têm moradia, não têm água. As comunidades indígenas não têm acesso às políticas públicas por falta de legalização territorial. Além das pessoas indígenas, também tem pessoas ainda que moram debaixo da ponte, dormem nas calçadas, enquanto outras pessoas têm demais”, defende.
Fonte: Jornal Midiamax



















